TELECINE CEO – O Poderoso Chefão parte (I)

Inaugurando aqui a primeira série CEO vamos aprender com Don Corleone como se tornar um poderoso chefão imbatível no mercado e nas vendas.
O “padrinho” geria uma equipe denominada de “máfia” onde a filosofia, gestão e lealdade os tornaram invencíveis.

PARTE I:

(1) Mantenha seus amigos por perto, seus inimigos mais ainda.
A rede social é uma estrutura composta de pessoas e organizações que partilham relações, valores e objetivos comuns. Os amigos estão dentro dela. Eles sempre devem estar ao nosso lado mesmo longe. O network é a maior arma para um profissional. Para promover e aumentar esta conectividade não deixe de utilizar principalmente as ferramentas: Facebook, Linkedin, Twitter, Flickr, Skype e MSN. CONECTE-SE!
Os “concorrentes” devem estar mais próximos ainda. Inimigo longe significa ameaça em dobro pois você não consegue prever com tanta precisão e estudar a mente dele quanto ele estar junto de você. Faça a política da boa vizinhança com ele e com a sua equipe.

(2) Nunca deixe que ninguém de fora da família saiba o que você está pensando.
A família = equipe. Mas para que a estratégia/informação permaneça em sigilo, deve haver lealdade. A lealdade nasce com a confiança e respeito. GARANTA confiança a equipe e mostre que é melhor estar ao seu lado ou da empresa do que com a concorrência. Esta garantia é fruto do respeito.

(3) Passei a vida inteira tentando não ser descuidado, mulheres e crianças podem ser descuidadas, homens não.
Mulheres são frágeis e sensíveis e crianças inocentes. O profissional não pode ser descuidado. ATENÇÃO e VIGILÂNCIA sempre. Tem certa hora que exige sangue frio. Acompanhe o mercado todo dia. Leia e busque informações. Se ainda não for suficientes use a rede social para o monitoramento.

(4) Farei uma oferta irrecusável a ele.
O poderoso chefão deve saber o momento da oportunidade de fazer uma oferta irrecusável tanto para o comprador como para um profissional adentrar a equipe. Esta oferta deve ser 100% convincente e estar embasada em garantias para não haver recusa. Conhecer o “outro” e suas fragilidades e deficiências é a matemática da oferta.

(5) Quem lhe oferecer segurança será o traidor
A frase é como a história de judas.

(6) Se um homem honesto como você fizesse inimigos, então eles seriam meus inimigos, e temeriam você.
Quando você é forte e respeitado, a sua equipe e os que estão ao seu lado também serão respeitados pelo concorrente.
Traga as pessoas boas e honestas para o seu lado e compre a briga delas também se necessário. Quando se enfrenta um mercado de bola e comprador, leve esta briga a quem possa lhe ajudar a derrubar estes inimigos pelo alto escalão.

(7) Dói mais ter algo e perdê-lo, do que nunca tê-lo.
Perder uma venda, share, cliente e receita é pior do que não ter tido pois, você já experimentou e depende deles agora. Mas só perde quem teve. E quem teve arriscou, conquistou e trabalhou. A dor tem cura e o quadro pode ser revertido. Para reverter reconheça o erro, estanque e seja humilde de assumir. Assuma para o cliente pois este ato enobrece o homem. A partir daí reconquiste a confiança dele.

(8) Nem todo o poder do mundo pode mudar o destino.
Quando está traçado pelo destino (força maior) o poder e a vontade terrena não é capaz de alterar. Fique tranquilo!

(9) Se dedica a família? Um homem que não se dedica a família nunca será um homem de verdade.
A equipe/grupo é a base de tudo. Por isso deve haver dedicação para ela. Ouvir, desenvolver, estar próximo, coach e garantir a segurança. Se a equipe cresce você cresce junto. O líder não precisa dominar ou ser bom em tudo, mas precisa entender um pouco e motivá-la. O individualismo não leva a lugar nenhum.

(10) Tenho uma fraqueza sentimental pelos meus filhos como pode ver, eu os estraguei, eles falam quando deveriam ouvir.
Empresas familiares sofrem com isso. A experiência e métodos do fundador patriarca contra a contemporaneidade e ansiosidade dos filhos. Mas nos negócios não deve se misturar as figuras de pais/filhos com a administração. Separar os papéis é o segredo da boa gestão e crescimento de ambos. Quando identificar que o filho falta habilidade para a coisa, melhor encostá-lo do que ver a empresa falir.

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