Diálogos do Conhecimento. A Zona de Conforto

Hoje iniciou o primeiro encontro de um relacionamento construtivo de trocas e complementações entre Eu e os Amigos Dr. Soussumi, Flávio Stadnik e Marcos Zekcer no Instituto Rukha sobre o conhecimento e a vida.
O bate papo informal, aberto e sem pauta desencadeou a observação sobre o ser humano no que diz respeito a sua fixação pelo comodismo e zona de conforto.

A zona de conforto é umas das explicações chaves para a formação, criação e permissão de hierarquias.

“O ser humano gosta tanto da zona de conforto (comodismo), que espera ser direcionado e comandado por um líder, guru ou mestre (hierarquia) para não ter o trabalho de conduzir o seu próprio caminho.” Dr. Soussumi

Não gostamos de ter o trabalho de pensar ou realizar e assim transferimos ao outro este poder de decidir e ordenar a nós mesmos.
A zona de conforto é da natureza humana.

Este é o grande desafio da criação de redes sociais, empresas em redes e sociedade em rede.
Despertar o ser humano para que ele seja este PROTAGONISTA do palco da vida, e que ele conduza o seu próprio caminho.
O comodismo faz ele (humano) acreditar que precisa na vida de líderes e mestres para caminhar.

Então qual o primeiro passo para empoderar uma pessoa ?
Tirá-la da zona de conforto e automaticamente o poder vai emanar de dentro para fora e não de fora para dentro.

Deste modo, estes que ordenam e comandam alimentam seus egos e prestígios achando que de fato o ser humano acomodado é dependente dele por incapacidade, respeito ou reconhecimento.

Por esta falha da condição humana, fomos ensinados e acreditamos que sem hierarquias não se funciona.

Falsa ilusão.

Engraçado como é a teia da vida.

Tendemos para o “EU”, pensando que somos seres perfeitos como uma obra acabada acreditando que “EU tive a ideia, EU criei …”
De acordo com o Dr. Soussumi isso não é verdade!

O ser humano é tão limitado e falseador que acredita nas suas criações e que concebe coisas.
Antes de ele pensar, a ideia ou propósito já foi criado e concebido pelo cérebro sob um fruto superior da natureza e chega pronta a interpretação do homem.

Em resumo, não somos nada!

Somos sim, um processo em evolução saindo da condição de hominídeos para humanídeos.

Já deu para perceber o termômetro desta roda de diálogos não éh?
Pra participar basta interagir virtualmente por aqui.

Maurílio Santos Jr

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