Só os loucos sabem…

O primeiro contato que tive com a loucura foi com o texto “Ode aos loucos” de um autor desconhecido lido por um amigo palestrante em 2005. A partir daí aprendi a respeitar e admirar os loucos. Talvez esse texto foi a senha para o louco de dentro de mim se despertar.

Por um tempo fiquei pensando:
- O que leva a um cara querer ir para a lua?
- Um monge a percorrer o mundo pela paz?
- Um apaixonado a fazer loucuras por amor?
- Um cara largar a sua suposta estabilidade corporativa e querer arriscar tudo para empreender?
Só sendo muito louco para querer viver isso. Para muitos isso se chama “empreendedor”, pois justamente são os que o fazem…

Acho que ainda não tenho todas as resposta; só uma coisa eu sei, só os loucos sabem!

Só os loucos sabem o valor do risco e do vento no rosto; a não seguir tantas regras e a não respeitar o status quo; por vezes a não optar pelos conselhos sensatos; inflingir planejamentos futuros que ainda não existem; a não ter medo e vergonha de dizer amor…

Para os normais isso é um mundo impossível, para os loucos o impossível é questão de opinião.
O medo segue os nossos sonhos e aspirações.

Mas afinal o que é ser normal?
Já não sei mais pois, desde então, me recusei a ser um normal.
A única coisa que sei é que canários são pássaros lindos mas que só cantam em gaiolas. Já os sabiás não são tão lindos e não cantam tão bem, mas são livres e voam de árvore em árvore.

E aonde está a verdade em tudo isso?
“A verdade sempre se esconde atrás de um paradoxo”.
Loucos não tem objetivos de vida, loucos tem um caminho a seguir. Não sendo tão racional podemos reescrever essa frase assim:
” A felicidade não é um objetivo, mas um caminho.”
O caminho não se escolhe, se constrói.

No meio do caminho o homem tropeçou em uma coisa – Amar e brincar: Fundamentos esquecidos do humano. As relações sociais e humanas viraram trocas e negociações.
Então que caminho construir?
Um caminho louco ou normal?

Você deve decidir!
Se me pede sugestão eu o/a encorajo pelo caminho da ruptura, da quebra dos grilhões dos paradigmas, do rompimento da monocultura mental, do salto quântico, da inovação e loucura.
Para seguir o caminho da loucura sadia e transformadora eu preciso citar o primeiro e único princípio:

“Tudo depende de nossa consciência. Tudo depende de nosso coração.” Dadi Janki.

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