Liderando diante da emergência do futuro

A emergência do futuro não está na responsabilidade apenas dos líderes chefes de estados, mas principalmente nas mãos dos líderes empresariais e gestores.

Os grandes problemas dos Gestores atualmente são: o choque dos mais vividos vs a geração dos mais novos; viverem apenas no resultado do presente e estarem arraigados na cultura do comando e controle.

A partir daí, fica claro que o século 21 tem o “ser humano” como prioridade.
Não dá mais pra viver sem um propósito de vida.
Os funcionários querem ser parte de um propósito. Os empreendedores querem empreender algo que ajude a mudar o mundo pra melhor. Os jovens querem liberdade pra se expressar e senso de pertencer.

Choque dos mais vividos vs geração dos mais jovens.
A geração passada foi doutrinada para a formação “priori”.
Primeiro tem que aprender e se capacitar para depois realizar algo.
Vide os Recursos Humanos, sistemas de seleções e recrutamento.
A geração dos mais jovens buscam o conhecimento necessário “just in time”, “just in case”. Têm confiança nisso.

Resultado presente
Gestores se preocupam apenas com a entrega do resultado em dezembro a empresa.
Por viverem tanto no resultado e presente, excluem o futuro e o papel do ser humano.
Assim cabe apenas aos empreendedores criarem o futuro. E os gestores apenas administrá-los.
Está errado. Estamos vivendo em redes, em sistemas colaborativos.

Comando e Controle
As velhas formas não mais dão suporte aos anseios humanos por liberdade e plenitude.
A hierarquia funciona quase que como uma indulgência as pessoas. O comando e controle elimina das pessoas suas aspirações, criatividade e direito de ir e vir.
Fomos ensinados que sem um guia, lider espiritual, um líder não somos capazes de chegar sem este maestro.
O jazz não tem maestro por isso é criativo. Ele se dá pelo improviso e capacidade colaborativa. Por isso se reinventa e se chega lá.
A soma individual produz multiplos caminhos, o guia, um caminho.

Sistemas colaborativos
As empresas e universidades resistem em se reinventarem diante dos sistemas estabelecidos.
Assim, ensinam a estrategia de defesa e não a estrategia do futuro que ainda não existe e precisa ser imaginado.
Maximizar o lucro do passado e criar concentrações de monopólio. O monopólio é força, poder, comando e controle.
Essa estratégia é defesa e prejudicial ao futuro.
Aqui a prioridade não são as “pessoas” mas as “instituições (CNPJ)”.
As redes são mais fortes! A colaboração muda o mundo.
Pessoas são maiores que instituições.

O novo líder deve se colocar no papel da emergência do futuro.
Olhar pela natureza, pelas pessoas e pelo futuro com o olhar da sobrevivência e harmonia.
Esse é o novo líder!

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